Pois é, se muitas vezes faço referência ao meu imaginário de criança, tenho também o meu imaginário de Pai.
Aquelas coisas que qualquer pai sonha em fazer com o seu filho, aquelas pequenas etapas na vida de uma criança, que para nós parecem tão simples mas que para eles são tão importantes, uma vitória mesmo!
Este Fim de Semana atingi mais uma etapa do meu imaginário de pai, o meu filho já sabe andar de bicicleta sem rodinhas!!! Qual foi a primeira coisa que disse depois de perceber que tinha conseguido ultrapassar o medo?
- Um Super-Heroi nunca desiste!!!
Estou feliz por ele, está crescido e mais autónomo.
segunda-feira, outubro 12, 2009
segunda-feira, setembro 21, 2009
quarta-feira, setembro 16, 2009
Nada que não estivesse à espera...
16 Setembro 2009 - 00h31 (in Correio da Manhã Online)
Berlenga: ASAE fecha forte
A ASAE fechou o Forte São João Baptista, na Ilha da Berlenga, junto a Peniche, por a água doce das cisternas não estar microbiologicamente própria para consumo e por não existir licenciamento para o aluguer de quartos ao público. Os técnicos tinham estado na Ilha em Junho e tinham exigido várias obras de melhoramento.
Berlenga: ASAE fecha forte
A ASAE fechou o Forte São João Baptista, na Ilha da Berlenga, junto a Peniche, por a água doce das cisternas não estar microbiologicamente própria para consumo e por não existir licenciamento para o aluguer de quartos ao público. Os técnicos tinham estado na Ilha em Junho e tinham exigido várias obras de melhoramento.
terça-feira, setembro 15, 2009
Nem tudo o que luz é ouro...
Pois é...
A ilha da Berlenga ao fundo com este mar pelo meio, faz-nos pensar muitas vezes, que se para atravessar este pequeno pedaço de mar revolto como estava neste dia leva-nos a pensar "Nunca na vida eu ia à Berlenga com este mar", o que passaria pela cabeça dos marinheiros portugueses que se fizeram ao mar rumo a outros continentes e que por tormentas bem piores eles passaram.
Sem equipamentos sofisticados de navegação, radares, sondas, GPS, etc. e lá foram eles em busca do desconhecido.
Aqui fica a minha homenagem aos descobridores Portugueses.
Porquê falar apenas dos descobridores de outros tempos, se ainda hoje temos tantos e tantos pescadores que em seus botes ou lanchas se fazem ao mar revolto para no final do dia trazer para terra o pão para a boca. Sim porque não é todos os dias que Neptuno os premeia com um barco ou um cabaz que seja cheio de peixe.
Quais radares, quais sondas...
À faina vai-se com o saber, com o passar os marcos marítimos de boca em boca. De pais para filhos!
Quais filhos?
Aqueles que hoje apenas querem sentar à mesa e exigir que lhes ponham comer no prato!
Aqueles que se sentam no sofá agarrados à Playstation, e que exigem o último jogo que saiu!
Aqueles que não querem ir ao mar, porque se tem de trabalhar de noite, noite essa que hoje é feita para se curtir, beber uns copos...
Aqueles filhos que julgam que tudo lhes cai do céu!!!!
Eu sou filho e Como do meu trabalho, Dou à minha familia do meu trabalho, e Vivo do meu trabalho. Hoje depois da familia o trabalho é o mais importante, há que lutar por ele com unhas e dentes. Esses que pensam que tudo lhes cai do céu? Esses, um dia vão perceber o valor do trabalho.
Quando comecei a escrever estas linhas não tinha em mente nada do que acabei por escrever, mas a escrita é assim mesmo, é como as cerejas. Uma atrás da outra. Apenas queria homenagear os homens do mar e em particular um homem que todos os dias me bate ao coração. O meu avô Chico! Onde quer que estejas, um grande beijo bem apertado. Até sempre...
A ilha da Berlenga ao fundo com este mar pelo meio, faz-nos pensar muitas vezes, que se para atravessar este pequeno pedaço de mar revolto como estava neste dia leva-nos a pensar "Nunca na vida eu ia à Berlenga com este mar", o que passaria pela cabeça dos marinheiros portugueses que se fizeram ao mar rumo a outros continentes e que por tormentas bem piores eles passaram.
Sem equipamentos sofisticados de navegação, radares, sondas, GPS, etc. e lá foram eles em busca do desconhecido.
Aqui fica a minha homenagem aos descobridores Portugueses.
Porquê falar apenas dos descobridores de outros tempos, se ainda hoje temos tantos e tantos pescadores que em seus botes ou lanchas se fazem ao mar revolto para no final do dia trazer para terra o pão para a boca. Sim porque não é todos os dias que Neptuno os premeia com um barco ou um cabaz que seja cheio de peixe.
Quais radares, quais sondas...
À faina vai-se com o saber, com o passar os marcos marítimos de boca em boca. De pais para filhos!
Quais filhos?
Aqueles que hoje apenas querem sentar à mesa e exigir que lhes ponham comer no prato!
Aqueles que se sentam no sofá agarrados à Playstation, e que exigem o último jogo que saiu!
Aqueles que não querem ir ao mar, porque se tem de trabalhar de noite, noite essa que hoje é feita para se curtir, beber uns copos...
Aqueles filhos que julgam que tudo lhes cai do céu!!!!
Eu sou filho e Como do meu trabalho, Dou à minha familia do meu trabalho, e Vivo do meu trabalho. Hoje depois da familia o trabalho é o mais importante, há que lutar por ele com unhas e dentes. Esses que pensam que tudo lhes cai do céu? Esses, um dia vão perceber o valor do trabalho.
Quando comecei a escrever estas linhas não tinha em mente nada do que acabei por escrever, mas a escrita é assim mesmo, é como as cerejas. Uma atrás da outra. Apenas queria homenagear os homens do mar e em particular um homem que todos os dias me bate ao coração. O meu avô Chico! Onde quer que estejas, um grande beijo bem apertado. Até sempre...
Quem não se lembra da Jeruza da Berlenga?
O desespero das Berlengas
(Filipa M. Ribeiro)
Foi uma personagem central na vida da Berlenga durante muitos anos. Davam-lhe o nome de Ruço ou Jerusa. Ás vezes era o Ruço II ou Jerusa II. Independentemente das designações era um burro. Para os distraídos era apenas a mascote do Farol da Berlenga, mas para os mais atentos era o companheiro de sacrifício que os faroleiros mais velhos ainda hoje recordam com a inevitável ternura.
«Trabalha-se aqui mais do que o burro da Berlenga» é uma expressão que, de vez em quando ainda se ouve por aquelas bandas, embora poucos tenham de facto visto o dito cujo a carregar as botijas de gás, os bidões de óleo, as ferramentas e toda a espécie de mobília desde o cais até ao cimo da ilha.
Sobre o pobre bicho trabalhador, dizem que era manhoso e adivinho. Nos dias em que o barco partia para Peniche, fugia e escondia-se para que não o encontrassem. Mas como numa ilha tinha pouca saída, que remédio tinha senão o de voltar à labuta, mesmo quando tentava morder quem se aproximasse.
Um dos exemplares de Ruço arranjou outra forma muito original (e subtil) de se vingar dos humanos: roubava cigarros, comia sabão e desfazia a roupa dos estendais. Já um outro enlouqueceu, não se sabe se de excesso de trabalho ou de solidão. Ainda assim, o burro da Berlenga tinha algum reconhecimento oficial. A 3 de Novembro de 1971, o chefe do farol oficiou à Direcção: "Comunica-se que o Burro que está ao serviço do Farol e que efectua os transportes do Cais da Berlenga- Farol, e vice-versa, se encontra doente, mal podendo andar, não suportando as cargas, caindo constantemente (...)Mais se informa que o Burro até ao momento cumpriu cerca de vinte anos de serviço. O preço de um burro novo é de 3000$00".
Alguns dias depois, o burro foi substituído e custou apenas 2100$00 segundo registos do Arquivo da Direcção de Faróis. Este último exemplar continuou a trabalhar para o Farol até 1985, altura em que foi substituído por um mini-tractor que não tem nome.
Fonte: www.editonweb.com
(Filipa M. Ribeiro)
Foi uma personagem central na vida da Berlenga durante muitos anos. Davam-lhe o nome de Ruço ou Jerusa. Ás vezes era o Ruço II ou Jerusa II. Independentemente das designações era um burro. Para os distraídos era apenas a mascote do Farol da Berlenga, mas para os mais atentos era o companheiro de sacrifício que os faroleiros mais velhos ainda hoje recordam com a inevitável ternura.
«Trabalha-se aqui mais do que o burro da Berlenga» é uma expressão que, de vez em quando ainda se ouve por aquelas bandas, embora poucos tenham de facto visto o dito cujo a carregar as botijas de gás, os bidões de óleo, as ferramentas e toda a espécie de mobília desde o cais até ao cimo da ilha.
Sobre o pobre bicho trabalhador, dizem que era manhoso e adivinho. Nos dias em que o barco partia para Peniche, fugia e escondia-se para que não o encontrassem. Mas como numa ilha tinha pouca saída, que remédio tinha senão o de voltar à labuta, mesmo quando tentava morder quem se aproximasse.
Um dos exemplares de Ruço arranjou outra forma muito original (e subtil) de se vingar dos humanos: roubava cigarros, comia sabão e desfazia a roupa dos estendais. Já um outro enlouqueceu, não se sabe se de excesso de trabalho ou de solidão. Ainda assim, o burro da Berlenga tinha algum reconhecimento oficial. A 3 de Novembro de 1971, o chefe do farol oficiou à Direcção: "Comunica-se que o Burro que está ao serviço do Farol e que efectua os transportes do Cais da Berlenga- Farol, e vice-versa, se encontra doente, mal podendo andar, não suportando as cargas, caindo constantemente (...)Mais se informa que o Burro até ao momento cumpriu cerca de vinte anos de serviço. O preço de um burro novo é de 3000$00".
Alguns dias depois, o burro foi substituído e custou apenas 2100$00 segundo registos do Arquivo da Direcção de Faróis. Este último exemplar continuou a trabalhar para o Farol até 1985, altura em que foi substituído por um mini-tractor que não tem nome.
Fonte: www.editonweb.com
domingo, setembro 06, 2009
Passeio até à Aguieira
Ontem fiz mais um passeio de moto4, na companhia de alguns amigos com quem tenho o provilégio de partilhar alguns bons momentos da minha vida.
Desta vez foi a vez de ser eu a organizar o passeio e fizemos rumo até à Barragem da Aguieira. O dia estava quente, com sol, tudo aquilo que os amantes da moto4 não gostam. Pó.
Muito pó apanhamos pelo caminho. O piso estava completamente seco o que dificultou um pouco a progressão da caravana de 6 motas, 5 utilitárias e 1 desportiva do amigo Hugo com quem tivemos a oportunidade de partilhar este passeio. Bem vindo Hugo!
Aos amigos que participaram neste passeio, um muito bem-hajam.
Desta vez foi a vez de ser eu a organizar o passeio e fizemos rumo até à Barragem da Aguieira. O dia estava quente, com sol, tudo aquilo que os amantes da moto4 não gostam. Pó.
Muito pó apanhamos pelo caminho. O piso estava completamente seco o que dificultou um pouco a progressão da caravana de 6 motas, 5 utilitárias e 1 desportiva do amigo Hugo com quem tivemos a oportunidade de partilhar este passeio. Bem vindo Hugo!
Aos amigos que participaram neste passeio, um muito bem-hajam.
segunda-feira, julho 20, 2009
Só agora é que reparei...
Não é que só agora é que reparei que por 2 dias, não estive sem aqui escrever ou mesmo vir durante 3 anos?
E dizia eu que ia tentar que este blog não fosse como os outros. Também não menti, eu disse tentar...
Para não mentir em relação ao último post, ATVista está relacionado com um dos meus hobbies. Pormenores? Nos próximos posts.
Saudações ATVistas
E dizia eu que ia tentar que este blog não fosse como os outros. Também não menti, eu disse tentar...
Para não mentir em relação ao último post, ATVista está relacionado com um dos meus hobbies. Pormenores? Nos próximos posts.
Saudações ATVistas
Afinal é...
Pois é, eu que tanto critico os milhares de blogs que existem por essa internet fora sem qualquer utilidade, não é que no melhor pano cai a nódoa?
ou nunca cuspas para o ar que te pode cair em cima...
ou havias de ser meu filho... (esta curei-me no 1º dia em que o meu filho fez a 1ª birra no centro comercial, daquelas de se atirar para o chão)
Enfim, agora para encher chouriços podia ficar aqui o resto da noite, mas também se o objectivo é esse (encher chouriços), já chega.
Saudações ATVistas (explico do próximo post) e até à próxima.
ou nunca cuspas para o ar que te pode cair em cima...
ou havias de ser meu filho... (esta curei-me no 1º dia em que o meu filho fez a 1ª birra no centro comercial, daquelas de se atirar para o chão)
Enfim, agora para encher chouriços podia ficar aqui o resto da noite, mas também se o objectivo é esse (encher chouriços), já chega.
Saudações ATVistas (explico do próximo post) e até à próxima.
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